Por Que o Brasil
Por Que o Brasil?
Para empresas internacionais avaliando o Brasil como mercado estratégico, base fabril ou hub regional.
- 01Aeroespacial & Aviação
- 02Defesa & Segurança
- 03Tecnologia Avançada
- 04Infraestrutura & Indústrias Críticas
A tese
O maior mercado da região, e o que menos perdoa improviso
O Brasil é a maior economia da América Latina e, para a maioria das categorias de tecnologia, o maior mercado endereçável isolado da região por larga margem. Tem também algo que a maior parte dos mercados emergentes não tem: uma base industrial profunda o bastante para se fabricar dentro dela, e não apenas vender para ela, com setor aeroespacial, base industrial de defesa protegida e uma rede de fornecedores qualificável.
A dificuldade não é demanda. É que o mercado é denso em procedimento, regulado setor a setor e estruturado de modo que o fornecedor sem presença local é filtrado cedo, muitas vezes antes de alguém olhar a tecnologia.
As empresas que se dão bem aqui tratam essa densidade como a barreira de entrada que ela é. Uma vez qualificado, cadastrado, representado localmente e, onde importa, produzindo localmente, a mesma barreira passa a trabalhar a seu favor.
Por Que o Brasil
O que de fato existe aqui
Oportunidade de mercado
A maior economia da América Latina, com demanda concentrada exatamente nos setores em que complexidade técnica e regulação definem quem vence.
Base industrial
Um parque fabril diversificado, capaz de produção por contrato, joint ventures e fabricação licenciada, e não apenas de montagem.
Ecossistema aeroespacial
Indústria aeroespacial estabelecida, com cadeia própria, cultura de certificação e engenharia formada.
Ecossistema de defesa
Uma base industrial de defesa que o Estado formalmente reconhece e protege, o que molda como a tecnologia estrangeira entra e com quem.
Infraestrutura
Rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, energia, água e telecomunicações, boa parte operada sob concessão com obrigações de investimento definidas.
Mão de obra qualificada
Formandos em engenharia e áreas técnicas em escala, com estrutura de custo que sustenta trabalho de engenharia, e não só de manufatura.
Cadeia de suprimentos
Fornecedores locais qualificáveis a padrões internacionais, que é o que torna conteúdo local exequível e não teórico.
Acesso regional
Uma base a partir da qual o Cone Sul, a região andina e o México podem ser atendidos comercialmente sem uma segunda estrutura.
Potencial de fabricação
Produção local como caminho em torno de tributos de importação, exposição cambial, prazos de entrega e exigências de conteúdo local.
Ambiente de investimento
Arcabouço consolidado para investimento estrangeiro direto, com sistema bancário, mercado de capitais e estruturas societárias maduros.
Programas e incentivos governamentais
Programas federais, estaduais e municipais de apoio ao investimento industrial, sujeitos a enquadramento e aprovação.
O Brasil é o movimento certo para a sua empresa?
A resposta honesta depende da sua tecnologia, dos seus volumes e do seu prazo. Vamos olhar os três.